A palavra “Champagne” existia muito antes de se tornar sinônimo da bebida espumante. Vou te explicar a origem:
Origem da palavra “Champagne”
A palavra vem do latim “campania”, que significa “campo aberto”, “planície”.
Os romanos usavam esse termo para designar regiões de terras planas e férteis, ideais para cultivo.
Quando se referiam à região do nordeste da França, chamavam-na de Campania Remensis (os campos de Reims, uma das cidades mais importantes da região).
Com o tempo, o nome evoluiu no francês medieval para “Champagne”, mantendo essa ideia de “terra de campos” ou “planícies cultiváveis”.

Champagne como território
A região de Champagne foi reconhecida desde a Idade Média como uma área agrícola próspera.
Ficou famosa também pelas Feiras de Champagne, eventos medievais de comércio internacional que atraíam mercadores de toda a Europa.
Ou seja, “Champagne” já era um nome de território e economia rural muito antes do vinho efervescente.
Do campo ao vinho
Só séculos depois, a região passou a ser associada ao vinho produzido em seus vinhedos.
E foi no século XVII que surgiram as técnicas de vinificação que deram origem ao espumante como conhecemos hoje.
Assim, o nome da região (Champagne = planície/campo) acabou virando o nome do próprio vinho, ligado à sua denominação de origem.
Resumindo: “Champagne” originalmente queria dizer apenas “campo fértil e aberto”, o nome geográfico da região. Só mais tarde, a bebida espumante criada lá herdou esse nome — e hoje é conhecida no mundo todo como símbolo de celebração e sofisticação.
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